Devota de Oxalá e Iemanjá, Lara costuma usar o branco em homenagem a seus orixás, mas já alterou figurinos na Sapucaí para reverenciar a avó, Deise Mara, com referências a Oxum. Entre emoção, fé e intensidade, a dirigente se consolida como um dos nomes mais marcantes da nova geração do carnaval carioca — agora também no centro de um debate sobre notas, critérios e os limites do desabafo na quadra.



