Na denúncia, o sindicato classificou o episódio como um ato de “crueldade extrema e morte ilegal”, que deveria resultar em punições previstas na “Lei de Proteção à Vida Selvagem”, que é de 1972, e na “Lei de Prevenção à Crueldade contra Animais”, que foi escrita em 1960 — principal legislação que protege animais silvestres e regula zoológicos na Índia.



