‘De forma silenciosa, estamos esgotando a força desses criminosos’, diz Ricardo Couto sobre ação das forças de segurança


Então, eu tenho que botar uma meta de R$ 5 bilhões, e o secretário vai falar: “é impossível”. Isso é problema seu, não é meu. Corre atrás (risadas). Como resolver: entramos no Propag (programa federal de renegociação de dívidas com a União). Nós também temos empréstimos privados, que precisamos renegociar e realinhar. Aí veio a ideia do Banco Mundial, de fazer o repasse desses empréstimos para o Banco Mundial com juros bem menores, que é o que a gente está fazendo. Ao mesmo tempo, eu passei também a ter uma visão mais ativa. Como eu faço para gerar riqueza? Eu tenho que matar o empresário mais nocivo do Rio, que todos nós sabemos: Ricardo Magro — que comanda o Grupo Refit, dono da Refinaria de Manguinhos, que foi alvo de uma operação, em maio, da Polícia Federal. Ele não bota o pé no Brasil porque sabe que vai ser preso. Ao tirar ele, o abastecimento com combustível limpo, não adulterado, e, sem sonegação, volta ao mercado fluminense (Mercês cita 34% de aumento na arrecadação no processamento de combustível, no último mês, após a operação).



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