Da irritação de Sidônio com Flávio à camisa 'eu prendi o Lula' de Deltan: os detalhes do debate da Band que você não viu

O senador Flávio Bolsonaro (PL) disse que se “solidariza” com os moradores do Rio de Janeiro após ser chamado de “malandro carioca” durante o debate presidencial da Band neste domingo. O momento também foi explorado por aliados bolsonaristas nas redes sociais. O programa foi o primeiro embate entre os dois desta eleição e foi marcado por trocas de farpas entre os candidatos, concentradas durante o momento “confronto livre” no primeiro bloco.
Flávio diz se solidarizar com o Rio após fala de Lula sobre ‘malandro carioca’, e direita explora tema nas redes
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— Você veja que essa carinha boa dele é de um mentiroso contumaz. É o malandro carioca, que finge que não finge e mente descaradamente. Conta — disse o presidente ao rebater a acusação feita por Flávio de que o governo havia gastado R$ 7 bilhões com a primeira-dama, Janja.
Após o comentário, Flávio respondeu à fala do adversário na abertura do segundo bloco e disse que se “solidariza” com os cariocas. O senador tem como reduto eleitoral o Rio de Janeiro, onde nasceu e fez carreira política ao lado do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

— Eu só quero aqui me solidarizar com todos os meus irmãos e irmãs do Rio de Janeiro que foram aqui chamados de malandros pelo meu concorrente. E é assim que ele trata as pessoas quando ele tem, num estado como o Rio de Janeiro, uma maioria que escolhe a mudança e não a continuidade desse atual programa — disse Flávio.
Nas redes sociais, o episódio foi compartilhado por aliados de Flávio, como a deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC), que pediu “atenção” aos moradores do estado e questionou se eles votariam no petista. “Lula acaba de chamar todos os cariocas de malandro”, escreveu em um post no X. Líder do PL na Câmara e deputado eleito pelo RJ, Sóstenes Cavalcante também disse que o petista cometeu um ato de “preconceito” e afirmou que “os cariocas são trabalhadores”. No mesmo tom, Ítalo Marsili, influenciador e médico cotado para assumir o ministério da Saúde por Bolsonaro, disse que o momento foi uma “falta de respeito”.



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