Cúpula do Instituto Rio Metrópole é presa acusada de desvio de R$ 86 milhões


Os recursos públicos teriam sido desviados de contratos firmados entre julho de 2022 e maio de 2026. Segundo o Ministério Público, valores pagos a duas empresas — Engeconsult Consultores Técnicos Ltda. e R. Peotta Engenharia e Consultoria Ltda. — eram posteriormente transferidos para a conta do Brazilian Institute of Organics (Instituto BIO), presidido por Caroline Soares Barros, que foi presa. Depois, o dinheiro era repassado para a conta pessoal de Carolina, que fazia saques em espécie: foram 13, entre maio de 2025 e janeiro de 2026, que somaram R$ 3,02 milhões. Por isso, foi chamada pelo MPRJ de “Mulher da Mala”.



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