“Não é nada fácil porque não temos subvenção, então tudo é feito com muita garra e, acima de tudo, amor ao carnaval. Trago essa essência de vencer os obstáculos e acredito que o que mais me move é essa vontade de ter a cultura brasileira protagonizada sempre”, diz ela, que é é docente na área de Ciências Biomédicas na London Metropolitan University e, no carnaval, desfila como passista do Salgueiro.



