— O Brasil tem uma vantagem sobre a Colômbia, que evem diminuindo. E, por sua vez, a Colômbia já abriu uma frente em relação aos demais países, especialmente sobre os clubes, que vem ganhando notoriedade — analisa. — A competitividade não está só nas semifinais, mas na competição como um todo: se tirarmos algumas goleadas, a maioria das partidas foi vencida por um ou dois gols de diferença. Para além disso, mostrou como equipes fora do eixo Brasil-Colômbia fizeram frente, como o Independiente Del Valle-EQU, Alianza Lima-PER e o próprio Colo-Colo. Saí com uma impressão muito melhor desta Libertadores do que da passada, gostei do que vi.




