Eleito diretor financeiro em 18 de agosto de 2023, o contador Gilbrando Freitas ganhou, no mesmo dia, um cargo de assessor na Superintendência de Projetos Sociais da Casa Civil, onde ficou lotado até abril, quando foi exonerado na varredura que o governo Ricardo Couto está promovendo. Pelo cargo, ele recebia R$ 13 mil brutos e deveria cumprir uma carga horária de 40 horas semanais. No entanto, seu local de trabalho era na ONG, onde, segundo afirmou em uma rede social, fazia a gestão “financeira de aproximadamente R$ 15 milhões anuais distribuídos entre oito e dez projetos sociais simultâneos”. Somente em convênios com o estado, a entidade recebeu quase R$ 6 milhões em 2025. Houve recursos ainda da prefeitura, de empresas e de emendas parlamentares.



