Além da lanceta de vacinação, do acervo da Fiocruz, o violão de Cazuza, no Museu Histórico Nacional, e a escultura de dragão, no Museu Histórico da Cidade, Knauss acrescenta à lista um objeto que deu rosto ao Cristo Redentor, símbolo do Rio: o molde da cabeça do monumento, esculpida pelo francês Paul Landowski, por volta de 1920. Ele mantém viva a memória de um movimento de separação entre a igreja e o Estado, na transição do século 19 para o século 20, em uma empreitada carregada de mobilização social – a sociedade católica ajudou a pagar pelo monumento.



