Em suas vidas pessoais, vários desses pioneiros da ciência do bem-estar reservavam deliberadamente tempo para cônjuges, parentes, amigos ou netos. Um deles reorganizou sua agenda para dedicar mais tempo às amizades íntimas. Outro, convencido por estudos de intervenção, começou a escrever mais mensagens de gratidão, comportando-se de maneira mais sociável e trocando conversas superficiais por conversas mais profundas.




