Segundo o advogado Hugo Novais, responsável por sua defesa, Monique e parentes vêm recebendo ameaças desde a divulgação da sentença proferida pela juíza Elizabeth Louro, titular do II Tribunal do Júri do Rio, que lhe deu o perdão judicial. O Conselho de Sentença, formado por sete jurados, decidiu pela desclassificação de homicídio doloso para culposo, o que abriu caminho ao benefício, previsto no Código Penal. Ela não foi absolvida, mas sim, condenada sem pena.



