“Teve gente desejando que eu morresse, dizendo que eu não iria conseguir sobreviver, que teria vergonha… As pessoas pensavam e diziam esse tipo de coisa. Fazendo terapia, entendi que o meu erro não chegava a ser algo grave a ponto de eu abominar ou deletar minha vida, me cancelar. Fui entendendo o que me libertava. Para me sentir assim, me expus ao público e disse: ‘Olha, fiz isso, estou mal, envergonhada e com remorso’. Uma coisa interessante é que, a partir de agora, todas as vezes que rolar uma situação de cancelamento, as pessoas vão lembrar do que vivi. E eu estou aqui e sobrevivi”.



