Vocalista do grupo de pagode Art Popular, Leandro Lehart, de 55 anos, lançou na última terça-feira, 7, o documentário “Socorro em Silêncio – entre fatos e narrativas”, no qual apresenta sua versão sobre as acusações de que teria estuprado uma mulher com quem se relacionava havia dois anos.
O cantor foi condenado, em 2022, a 9 anos e 7 meses de prisão por estupro e cárcere privado, referentes a um caso ocorrido em 2019. A Justiça manteve a condenação em 2024. Lehart nega todas as acusações e recorre da decisão em liberdade.
Segundo a acusação, além de estupro, ele teria mantido a vítima trancada em um banheiro de sua casa e a submetido a situações degradantes e escatológicas.
No documentário, de pouco mais de uma hora e disponível no YouTube, Leandro busca apresentar “o outro lado da história”, questionando as provas do processo e relatando o impacto do julgamento público em sua vida.
Nos 24 minutos iniciais, ele exibe e comenta prints de trocas de mensagens com a mulher, identificada como Rita.
“Meses depois, eu recebo a acusação formal em casa. A pessoa me acusa, retira trechos desses prints e acrescenta a palavra dela. Em segunda instância, a Justiça me condena a 9 anos de prisão por estupro e cárcere privado”, afirma.
Ele questiona as diversas versões apresentadas pela vítima: “Seis versões da mesma história, mas nunca do meu jeito. Uma hora ela fala que saiu de madrugadam outra de manhã. Uma hora estávamos no quarto, outra fora do quarto. Uma hora era o banheiro do quarto, outra, o banheiro da casa. Uma hora ele coloca, a outra empurra, a outra ele golpeia. É a mesma história, mas não acontece do mesmo jeito… Ah, tem uma parte que não fecha também: uma hora eu estou deitado na cama, outra hora eu estou em pé, trancando ela. Ao mesmo tempo. As duas coisas, será que cabe no mesmo tempo e espaço?”.
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