A brasileira Vivian Alexandra Gomez, de 53 anos, foi sentenciada na terça-feira (16/6) a quatro anos de prisão por um procedimento de aumento de glúteos realizado ilegalmente numa paciente que ganhava a vida como sósia de Kim Kardashian.
A americana que se passava por médica foi considerada culpada de homicídio culposo e exercício ilegal de medicina por um júri do condado de San Mateo (Califórnia, EUA).
De acordo com o promotor do caso, Vivian, mesmo sem licença, aplicou diversas injeções de silicone em Christina Ashten Gourkani, mais conhecida como Ashten G, que morreu em abril de 2023 devido a complicações num dos procedimentos, conhecido como BBL (Lifting de Glúteos à Brasileira).
A condenada afirmou, após ouvir a sentença, que não vai recorrer da condenação e que quer “simplesmente ir para a prisão e cumprir a sua pena”, de acordo com o jornal local “Daily Journal”.
Christina, que também mantinha uma página no OnlyFans, morreu de insuficiência respiratória e embolia pulmonar relacionadas ao procedimento ilegal de aumento do bumbum, com o objetivo de deixá-la ainda mais parecida com Kim Kardashian. Ela tinha 44 anos.
Christina Ashten Gourkani
Reprodução/Instagram
Christina Ashten Gourkani era sósia de Kim Kardashian
Reprodução
Christina Ashten Gourkani
Reprodução/Instagram
Os procedimentos feitos por Vivian ocorriam em quartos de hotel na Califórnia.
Nas redes, Ashten G gostava de mostrar as viagens que fazia para destinos dos mais variados. Nas fotos publicadas, a modelo aparece em destinos como Mykonos (Grécia) e Cabo San Lucas (México). “Há sempre um lado selvagem em um rosto inocente”, escreveu ela num dos posts.
Para ficar parecida com Kim Kardashian, Ashten imitava, além da silhueta da celebridade americana, as roupas, as maquiagens e os estilos da famosa multimilionária.
A modelo também apareceu assistindo a um jogo da Copa do Mundo 2022, em Doha, no Catar.
“Quem conhecia Ashten sabia que todos eram importantes para ela. Ela era uma pessoa carinhosa, amorosa e de espírito livre, que sempre encontrava tempo para fazer qualquer pessoa sorrir ao seu redor”, declarou um parente. “Ela era o tipo de pessoa que se ajoelhava e conversava com crianças olhando nos olhos, procurava a pessoa solitária no canto e a fazia se sentir especial, pois tinha um dom incrível para se conectar com as pessoas”, contou outro.
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Brasileira que se passava por médica é condenada pela morte de sósia de Kim Kardashian nos EUA



