Brasil conquista nove medalhas no Pan-Americano de Ginástica, no Rio


O Brasil chegou a nove medalhas na disputa do Pan-Americano de Ginástica Artística, evento disputado no Parque Olímpico, no Rio.

O destaque foi o ouro para Rebeca Andrade, no salto. Único ouro do Brasil no torneio.

Mas ela não foi a única que brilhou: Thais Fidelis, que na última sexta-feira havia conquistado o bronze no individual geral, subiu ao pódio novamente. Neste domingo, ela foi medalhista de bronze na trave.

No masculino, o Brasil teve destaque na barra fixa com séries difíceis e bem executadas por Diogo Soares, medalha de prata, e Arthur Nory, bronze. O público reagiu a cada elemento, quando os ginastas se soltavam e voltavam ao aparelho.

Completando a lista dos medalhistas, Sophia Weisberg foi bronze nas paralelas. Diogo Soares foi prata nas paralelas e Vitaly Guimarães, bronze no solo.

Além disso, a seleção brasileira feminina terminou em segundo lugar na competição por equipes.

Neste domingo, na decisão da trave feminina, Thais chegou a 13.533 pontos. O Brasil pediu revisão, mas a arbitragem manteve a nota. A campeã deste aparelho foi a argentina Isabella Ajalla e a prata ficou com a americana Simone Rose. Ambas obtiveram 13.700 pontos, mas a argentina se classificou à frente porque teve nota de execução maior. Nesta mesma decisão, Julia Soares terminou em quinto.

Sophia Weisberg foi bronze nas paralelas no Pan-Americano de Ginástica Artística — Foto: Foto: MeloGym/CBG

No solo, Thaís somou 13.166 pontos e terminou em quarto. A campeã foi a americana Claire Pease (13.833).

Na disputa das paralelas, Sophia chegou a 13.033 pontos para ficar com o bronze. A campeã foi a canadense Aurelie Tran (13.533) e a prata ficou com a americana Simone Rose (13.333). Na sexta-feira, Sophia Weisberg havia garantido o quarto lugar no individual geral.

Para conquistar o único ouro do Brasil, Rebeca Andrade teve média de 14.266 no solo. A medalha de prata foi para a canadense Lia Monica Fontaine (14.249) e o bronze, para americana Claire Pease (13.916).

No masculino, o Brasil terminou a competição por equipes na quarta colocação, com 234.927 pontos e também se assegurou no Mundial de Roterdã. O pódio foi formado por: Canadá (243.026), Colômbia (241.594) e EUA (235.961).

Diogo Soares, prata nas barras paralelas, no Pan-Americano de Ginástica Artística, no Rio — Foto: RICARDO BUFOLIN / PANAMERICA PRESS
Diogo Soares, prata nas barras paralelas, no Pan-Americano de Ginástica Artística, no Rio — Foto: RICARDO BUFOLIN / PANAMERICA PRESS

Nas finais por aparelhos, Diogo Soares foi prata na barra fixa com 14.133 pontos. Nesta mesma decisão, Arthur Nory ficou com o bronze com 14.033 pontos, mesma pontuação do canadense Felix Dolci. Eles dividiram o pódio, uma vez que tiraram a mesma nota final e também de execução. O campeão foi o colombiano Angel Barajas, com 15.233.

Diogo conquistou ainda a prata nas paralelas com 13.933 pontos, atrás do americano Yul Moldauer (14.200). Ele também terminou em oitavo e último lugar no cavalo (10.500) e sexto no individual geral (disputado na sexta-feira).

E Vitaliy Guimarães foi medalha de bronze no solo, com 13.700 pontos. O campeão neste aparelho foi Jorge Vega, da Guatemala, com 14.166.

Arthur Nory comemora a medalha de bronze na barra fixa, do Pan-Americano de Ginástica Artística — Foto: RICARDO BUFOLIN / PANAMERICA PRESS
Arthur Nory comemora a medalha de bronze na barra fixa, do Pan-Americano de Ginástica Artística — Foto: RICARDO BUFOLIN / PANAMERICA PRESS



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