Na Câmara, o governo federal passou a atuar contra o texto do relator da proposta, deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE). O projeto seria votado nesta terça-feira na comissão especial, mas a análise foi adiada. De acordo com Coutinho, a mudança de posição do governo, que inicialmente indicava apoio com ressalvas, foi motivada principalmente pelo impasse em torno do piso mínimo para entregadores. O relatório estabelece o valor de R$ 8,50, enquanto integrantes do governo defendiam um piso de R$ 10.



