De um lado, Textor emplaca a versão de que a ala social, na figura do presidente João Paulo Magalhães Lins, tem barrado a entrada de recursos, através de um novo empréstimo, para arcar com as obrigações financeiras do Botafogo, o que inviabilizaria o andamento da operação financeira da SAF. Do outro, o associativo de fato se recusa a assinar o contrato pela crença de que o negócio deixaria o clube numa situação ainda pior financeiramente num futuro próximo e pela incerteza jurídica em relação ao desejo do empresário americano de repassar uma parte de suas ações como “moeda de troca” para os possíveis investidores.



