O governo, de outro lado, precisa costurar um desenho que seja fiscalmente sustentável. Em tese, ao ingressar no caixa do Tesouro Nacional, o dinheiro esquecido não poderá ser contabilizado como receita por questões contábeis do Banco Central, mas, ao sair para o FGO, seria despesa, o que demandaria uma saída que fizesse o recurso ir para o FGO diretamente, sem passar pelo orçamento.



