Bacellar queria abrir CPI para investigar venda de ingressos após desembargador preso lhe pedir entradas para jogo do Flamengo


A Polícia Federal apontou que havia uma relação de “estreita” amizade entre o desembargador Macário Ramos Júdice Neto, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), e o deputado estadual Rodrigo Bacellar (União), presidente afastado da Assembleia Legislativa do Rio. Como prova, a PF cita uma conversa interceptada em que o magistrado pede ingressos para o jogo do Flamengo contra o Ceará, realizado em novembro deste ano pelo Brasileirão. Júdice Neto foi preso, nesta terça-feira, em sua casa, na Barra da Tijuca, a mando de Moraes. Dias depois do pedido, e na véspera de sua prisão, Bacellar disse querer instaurar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a questão e fazer uma “faxina sobre os ingressos do Maracanã”.



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