Atendimento a baleados nas emergências municipais do Rio aumenta 66%


Sete meses após ser baleado enquanto trabalhava, Valério de Souza Júnior ainda tem sequelas do tiro que atingiu seu tornozelo direito. Ele estava fazendo uma de suas últimas entregas na noite de 30 de agosto do ano passado quando o policial penal José Rodrigo da Silva Ferrarini desceu do apartamento armado e atirou no motoboy, que se recusara a subir até o imóvel para entregar o lanche. Levado ao Hospital Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, ele foi um dos 1.840 baleados atendidos nos hospitais municipais do Rio em 2025 — número 66% superior ao do ano anterior. Este ano já são 315 vítimas.



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