Ainda pela manhã, em meio a um intenso tiroteio nos complexos do Alemão e da Penha, na terça-feira, o 3º sargento do Bope Heber Carvalho da Fonseca, de 39 anos, trocava as últimas mensagens com a esposa. Elas revelam desespero e esperança nos momentos finais do agente, pouco antes de ser morto na megaoperação das polícias Civil e Militar. Em um diálogo pelo WhatsApp, ela pergunta se o marido está bem. A resposta dele vem curta, mas serena: “Estou bem. Continua orando.” Era a última vez que Heber responderia.




