Em todos esses anos de atendimento e também de convívio com a minha mãe, pude verificar que, no fundo, bem no fundinho de cada alegria, culpa, vitória, culpa, frustração, riso, culpa, temor, lágrima, culpa, esconde-se uma figura de mãe. Não precisa ser aquela que nos concebeu. Às vezes é a que nomeamos – uma tia, avó, amiga.



