A justificativa apresentada é evitar a redução das equipes dos gabinetes após o reajuste aprovado. Hoje, cada deputado dispõe de R$ 133,1 mil por mês para custear assessores e despesas administrativas, valor que pode ser distribuído entre até 25 secretários parlamentares. Como esses servidores são pagos com essa rubrica, líderes afirmam que, sem correção do teto, parlamentares seriam obrigados a demitir funcionários para acomodar os novos salários.



