A turista argentina Agostina Páez, advogada e influenciadora digital que foi flagrada no início do ano fazendo gestos racistas — imitando um macaco — contra funcionários de um bar em Ipanema, na Zona Sul do Rio, pode ter o andamento do processo influenciado pela repercussão de um vídeo envolvendo o pai, segundo a defesa. Para a advogada Carla Junqueira, a circulação do conteúdo nas redes sociais aumenta a pressão sobre o Ministério Público e o Judiciário. A avaliação ocorre às vésperas da sentença: segundo a promotora do Ministério Público Fabíola Tardin, a decisão deve sair ainda esta semana.



