Aplicativos de namoro se reinventam para dar ‘match’ com a Geração Z


“Comecei a usar (apps de relacionamento) logo depois de terminar o colégio, com o objetivo de conhecer pessoas novas, mas sem intenção de achar um par para a vida. Sinto que, dentro desses apps, as pessoas já vão com a intenção de ficar uma vez, ter alguém só para se relacionar quando estiver com vontade. Já conheci pessoas legais, mas, querendo ou não, é um “tiro no escuro”, não dá para saber. Eu só penso que, hoje em dia, no momento em que estou, não faz muito sentido ficar vendo essas pessoas do app esperando que alguma dê certo. Realmente, os apps tornam tudo muito robótico, sempre o mesmo passo a passo toda vez. Consigo ver, sim, muitas pessoas cansadas disso, só não sei se elas estão buscando alguma novidade ou estão “desistindo” de se relacionar. Não pretendo voltar (a usar o app), mas também não descarto a possibilidade. Na vida, às vezes acontece cada loucura”.



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