apesar de pedido da polícia, lei não prevê internação de adolescente por agressão a cão; delegado cita ‘exceção’


De acordo com o inquérito, Orelha foi atacado na madrugada de 4 de janeiro, por volta das 5h30, na Praia Brava. No início das investigações, a polícia apurou o envolvimento de quatro suspeitos, todos adolescentes. Eles chegaram a ser suspeitos de envolvimento na agressão ao cão comunitário Caramelo, companheiro de Orelha, mas a participação foi descartada. No caso de Caramelo, outros quatro adolescentes diferentes foram representados pela polícia por maus-tratos.



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