“Fiquei entusiasmadíssimo, porque Flávio Rangel, Boal e Guarnieri, homens tão importantes, estavam sendo procurados, e eu, que não era absolutamente ninguém, também. Por um lado, fiquei em pânico, mas por outro meu ego ficou insuflado. Paulo José falava assim para mim: ‘Você não está sendo procurado por talento, é por política. Não fica alegrinho, não’. Aí baixei um pouco a bola”, relembrou Juca, ao site do “Memória Globo”.



