Na gravação, Rick questiona quando a classe trabalhadora vai se mobilizar para mudar essa realidade e classifica a escala como uma forma de “escravidão ultrapassada”. Ele também relata as dificuldades de conciliar a rotina profissional com a vida pessoal, mesmo sem ter filhos ou outras responsabilidades familiares. “Eu, que não tenho filho, que não tenho nada, sou sozinho, não dá pra fazer as coisas. Imagina quem tem filho, tem marido, tem casa pra cuidar”, desabafa.




