Amigos da pelada pagam translado do corpo de morador morto no Morro dos Prazeres para o Piauí; corpo é velado no Rio


Para chegar ao trabalho, na Rua Alice, em Laranjeiras, Leandro Silva Sousa, de 30 anos, percorria uma distância de pouco mais de dois quilômetros. Ele acostumava acordar por volta das 7h para chegar ao restaurante Tasca do Edgar, onde era ajudante de cozinha, às 8h30. E não havia atrasos, como contou seu chefe ao GLOBO. Na manhã de quarta-feira, no entanto, a rotina foi interrompida antes que ele pudesse colocar o uniforme. Ainda de pijamas e ao lado da viúva, Roberta Ferro Hipólito, ele foi surpreendido com a entrada de traficantes por uma das janelas da casa, no Morro dos Prazeres. Armas foram jogadas por debaixo da cama do casal, enquanto policias militares cercavam o imóvel. O que aconteceu depois tem versões diferentes contadas pela Polícia Militar e por Roberta, a única sobrevivente. Na residência, ficaram marcas de tiros, sangue e pedaços de corpos espalhados.



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