Alunos com altas habilidades iniciam estudos do Projeto Interação, da Escola do Legislativo
Alunos de escolas particulares e públicas do DF se reuniram para debater como reconhecer e desenvolver o potencial de alunos com altas habilidades
Foto: Lourenço Cardoso/Agência CLDF
Estudantes participaram de atividade da Elegis sobre cidadania e o papel da Câmara Legislativa do Distrito Federal
Alunos da rede pública e privada que são atendidos no programa para altas habilidades e superdotação da Secretaria de Educação do Distrito Federal, se reuniram na tarde desta quinta-feira (22) para debater sobre “reconhecer e desenvolver potenciais”, no Projeto Interação, realizado pela Escola do Legislativo (Elegis) da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).
A atividade de interação começou com palestra ministrada pelo servidor da Elegis, Thiago Bazi. Na apresentação, ele conversou com os alunos a respeito do papel da CLDF, e quais instrumentos podem ser utilizados para obter diálogo com parlamentares que compõem a Casa. “Quanto mais informação acumulamos, mais recursos para comunicação política temos”, explicou o servidor.
Os alunos presentes desenvolveram pesquisas, seguidas de apresentações, a respeito de barreiras e oportunidades para alunos com altas habilidades e de rede pública do Distrito Federal. Por meio da pedagogia ativa, os estudantes entenderam como a CLDF interage com esse tema, que tipo de ações são coordenadas em termos de fiscalização e interação com outros Poderes. “A partir do que foi lecionado, os alunos chegam às próprias conclusões e começam a entender o que eles querem comunicar especificamente sobre esse assunto”, destacou Bazi.
Durante as demonstrações, alunos dissertaram sobre a falta de incentivo e investimentos na educação, escassez de monitores e professores que podem ajudá-los nas demandas. “A falta de recursos é debatido de maneira fraca. Eles (deputados) podem melhorar a fiscalização para trazer o que é garantido à população”, afirmou um dos alunos em sua apresentação.
“O objetivo da interação é desenvolver temas de interesse dos alunos por meio da aplicação. A Educação para Cidadania permite o protagonismo dos alunos dentro de um percurso orientado”, explicou a servidora do Núcleo de Projetos Especiais da Elegis, Barbara Valle.




