Esse prazo deve esquentar as discussões hoje na Alerj, muito mais que a questão do voto aberto ou fechado. Segundo interlocutores, Guilherme Delaroli já sinaliza com a manutenção dos 180 dias, o que, ao mesmo tempo guilhotina o primeiro escalão de Castro e as pretensões de Ceciliano, que, por sua vez, vive outras ameaças: também sofre “fogo amigo” dentro do próprio partido. O vice-presidente nacional do PT, Washington Quaquá, tem atuado para minar as chances de correligionário, visando manter uma relação de paz com o prefeito Eduardo Paes (PSD). Uma regra interna incluída no substitutivo ao projeto de Luiz Paulo para balizar a eleição para o mandato-tampão também joga contra Ceciliano: exige que os candidatos ao governo-tampão sejam formalmente indicados pelos presidentes de seus partidos, em movimento claro para concentrar poder nas cúpulas.



