— Me sinto muito sensível a essa pauta. Um intérprete de libras é importante, mas a pessoa surda se sente verdadeiramente incluída quando ela está diante de uma pessoa que sabe se comunicar com ela em linguagem de sinais — reconheceu a deputada, argumentando: — E aí vale para consultório médico, terapia, dentro de sala de aula, bombeiro, policial militar… Fico feliz que a Alerj aprovou um projeto como esse.



