Tramita na Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj) um projeto de lei que restringe a aplicação dos recursos do Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio, o Rioprevidência, a bancos estatais. A norma surge na esteira do escândalo do Banco Master, instituição na qual o fundo chegou a aportar, de acordo com monitoramento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ), cerca de 2,6 bilhões. O Rioprevidência nega o valor, afirmando ter aportado aproximadamente R$ 960 milhões em Letras Financeiras (LF), o equivalente a cerca de 10% do seu patrimônio.



