— Essa volta tem a ver com gratidão, pertencimento. A Viradouro tem um lugar dentro de mim, um papel marcante na minha trajetória, me deu luz, me enalteceu tantas vezes. Sou de Niterói, e a quadra da escola foi, durante muitos anos, meu quintal de diversão, alegrias e encontros. Eu morava do lado da quadra, dava para ir a pé. Minha família toda ainda mora e eu vivo por ali — conta a artista, que precisou deixar o posto novamente por compromissos de trabalho.



