Quase um mês depois, em 10 de outubro, Silas foi preso pela Polícia Federal com mais dois homens, numa casa dentro de um condomínio de luxo na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste do Rio, com 47 fuzis e centenas de munições para fuzil calibre .556. A Operação Wardogs, da PF, apontava que Silas chefiava uma quadrilha que fabrica e fornece fuzis para traficantes. Nesta quarta-feira, dois anos após ser preso, Silas foi alvo de um desdobramento da operação. Segundo a Polícia Federal, o grupo tinha capacidade para produzir 3.500 fuzis por ano.



