— Eu estudo a doçaria campista há muitos anos. Sou filha de doceira, neta de doceira, minha tia era doceira, meu pai vendia doce no trem. Há 36 anos, eu reproduzo a mesma receita que veio com Dom Pedro, conheci a tataraneta da senhora que trabalhava com Dom Pedro e é a que exatamente essa receita que eu reproduzo até hoje — conta Dayse, que já passou o ofício adiante e, hoje, vê a filha Nathália preservando o legado do doce.



