‘A gente se sente desprotegido. Virou terra de ninguém a unidade’ diz funcionário


Em 22 de maio, um “indivíduo portando fuzil entrou armado na unidade, após abordar dois adolescentes que utilizavam o bebedouro, ameaçando agredi-los”. No mesmo dia, um funcionário “foi abordado para identificação, sendo obrigado a apagar as luzes da unidade e impedido de realizar rondas, sob ameaça de ser alvejado”. Três dias antes, outro funcionário “ foi ameaçado por indivíduo armado em frente à unidade, enquanto utilizava seu telefone celular pessoal”. Em primeiro de abril, mais duas pessoas foram coagidas por indivíduo armado a realizar atendimento domiciliar, sob ameaça”.



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