É assim, pelo menos, desde a conquista dos títulos do Brasileiro e da Copa Libertadores, em 2024, quando o majoritário das ações da SAF do Botafogo, esportivamente, deu-se por realizado. A saída de Artur Jorge, que alegava não ter recibo de Textor um projeto estruturado para o time, descortinou a nova realidade do clube alvinegro.



