“Anos depois, já trabalhando com moda, comecei a fazer um desapego das minhas próprias peças, primeiro entre amigas e algumas seguidoras, porque meu Instagram ainda não era aberto. Era algo simples, quase íntimo, mas com um propósito muito claro: dar novas histórias para roupas que já tinham significado para mim. Com o tempo, resolvi ampliar esse movimento, a pedido de amigas, que viam em mim uma referência de estilo. O projeto foi crescendo. Durante a pandemia, o digital ganhou força e, quando fiz a primeira edição presencial, mesmo pequena, percebi que existia algo maior ali”, conta Lady.



