É claro que as situações variam: os riscos sempre vão depender do cruzeiro e quem a opera, das medidas de proteção tomadas, do destino, do tempo de viagem etc. Em entrevista ao NY Post , Omer Awan, médico e colaborador sênior de saúde pública da Forbes, explicou, porém, que o caso do MV Hondius é um exemplo clássico de como os vírus respiratórios podem se espalhar com muita facilidade e eficiência em um espaço confinado como um navio de cruzeiro.



