As investigações, que se duraram mais de um ano, apontaram que quadrilha agia principalmente na região central e na Zona Sul da capital carioca. O bando, segundo a polícia, priorizava a subtração de aparelhos de alto valor. Após os crimes, os celulares eram levados para o Complexo do São Carlos, onde os criminosos realizavam o desbloqueio dos dispositivos e acessavam dados das vítimas para realizar transações bancárias fraudulentas, como transferências e empréstimos.



