A Câmara de Vereadores do Rio divulgou, na noite da segunda-feira, uma nota de pesar após o acionamento do protocolo de morte cerebral da ex-vereadora Luciana Novaes (PT), de 42 anos, revelado pelo jornalista Ancelmo Gois. Ela ficou conhecida após ser atingida por uma bala perdida, em 2003, enquanto estava no campus da Universidade Estácio de Sá, no Rio Comprido, Zona Norte do Rio. Episódio definidor em sua vida, o caso a deixou tetraplégica, dependente de ventilação mecânica e com apenas 1% de chance de sobreviver, segundo o diagnóstico à época. Ainda assim, Luciana superou as adversidades, adaptou-se à nova realidade, retomou os estudos, formou-se em Serviço Social e concluiu uma pós-graduação em Gestão Governamental.



