Em um duelo com muita entrega, mas pouco refino, o Fluminense e o Operário não saíram do 0 a 0 nesta quinta-feira, pela quinta fase da Copa do Brasil, no estádio Estádio Germano Krüger, no Paraná. O tricolor levou a campo um time alternativo e não conseguiu garantir um resultado positivo, deixando tudo para a partida de volta.
O próximo encontro entre as equipes será no Maracanã, no dia 12 de maio. Antes disso, o Fluminense vai precisar virar a chave para enfrentar a Chapecoense, no domingo, às 20h30, pelo Campeonato Brasileiro. O Operário enfrentará o Fortaleza também no domingo, às 18h, pela Série B.
Além de não garantir o resultado sendo o time superior, o tricolor ainda saiu do Paraná com uma notícia ruim: Martinelli no departamento médico. O meia sentiu dores no adutor da coxa esquerda e pediu para sair ainda no início da partida entre o tricolor e o fantasma. Ele tentou proteger a bola de um adversário e sentiu a perna ao firmar a base no chão.
A saída do meia de construção para a entrada de Otávio pareceu dificultar o time tricolor montado pelo técnico Luis Zubeldía, de criar chances no ataque, já que não tinha campo para correr contra um rival compacto. O tricolor também esteve desconexo na hora de pressionar na marcação, deixando espaços para os contra-ataques do Operário. Mas o time da casa também levou pouco perigo ao gol adversário.
A grande oportunidade da partida foi do camisa 10 do Fantasma, Boschilia, que tabelou com Caio Dantas e finalizou colocado no gol de Fábio. O goleiro precisou se esticar para salvar a equipe.
Sem ver melhora do time, Zubeldia sacou o veloz Serna para entrar com o centroavante argentino Castillo, formando dupla com Kennedy e preenchendo mais a área rival. Arana também entrou para gerar mais volume em cruzamentos pela esquerda. A ideia trouxe mais oportunidades para a equipe, que intimidou o Operário, mas não foi o suficiente para fazer o gol.



