Estudo sugere que cochilar muito pode ser sinal de alerta de saúde em idosos

Idosos que cochilam muito durante o dia — especialmente de manhã cedo — têm maior risco de morte, segundo um estudo publicado nesta segunda-feira (20) no JAMA Network Open.
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A pesquisa, feita por cientistas do Centro Médico da Universidade Rush e Mass General Brigham, com mais de 1.300 americanos — com idade média de 81 anos — acompanhados por até 19 anos, mediu os hábitos de soneca com actígrafos — pulseiras de monitoramento de sono — e encontrou que cada hora a mais de cochilo diário estava associada a um risco 13% maior de morrer por qualquer causa.
Para os pesquisadores, isso indica que cochilos frequentes, principalmente de manhã, podem ser uma indicação de que algo está errado: um sintoma visível de doenças não diagnosticadas.
“Embora breves cochilos possam aliviar imediatamente a fadiga e melhorar o estado de alerta”, diz a pesquisa: “O hábito de cochilar em excesso na terceira idade tem sido associado a consequências adversas para a saúde, incluindo neurodegeneração, doenças cardiovasculares e até mesmo maior morbidade”.
No entanto, os cientistas alertam que só o cochilo não é indicação de nada, ainda mais no início da tarde, horário de descanso comum em muitas culturas — a famosa “sesta”.
O estudo mostra que cochilar mais está associado a maior risco de morte — mas a soneca pode ser simplesmente um sintoma de doenças subjacentes, não a causa da morte.



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