Restos mortais de fetos de 2010 são encontrados durante inspeção em instituto ligado à Fiocruz


Questionado pelo Cremerj, segundo o relatório da fiscalização, o IFF alegou que a situação decorria de “entraves quanto à definição de responsabilidade pelo sepultamento” nos casos em que a família não reivindicava o feto. “As dificuldades decorrem, sobretudo, da ausência de reclamação pelos responsáveis, da inexistência de fluxo institucional formalizado para esses casos e de limitações na oferta de sepultamento gratuito, permanecendo, na prática, a condução da situação sob responsabilidade da própria unidade”, diz trecho do documento de inspeção.



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