Castro renunciou na véspera da retomada do julgamento em que viria a ser condenado por 5 a 2 por abuso de poder político e econômico. Opositores viram no movimento uma manobra para evitar a cassação e afirmam que a saída antecipada, antes do fim do limite para a desincompatibilização do cargo, foi uma forma de burlar a lei eleitoral e evitar a declaração formal de perda de mandato. O PSD, partido do ex-prefeito do Rio Eduardo Paes, usou esse argumento para acionar o STF e defender que a eleição seja direta, ou seja, com o voto popular.



