O Irã se prepara para executar a primeira manifestante mulher ligada aos protestos que varreram o país em janeiro.
De acordo com organizações de defesa dos direitos humanos, mais de 1.600 pessoas teriam sido enforcadas nos últimos 12 meses no país, incluindo várias em conexão com os protestos.
Polícia investiga: Árbitro de futebol é morto a tiros durante partida no Equador
Entenda: Americana especialista em contrainteligência que desertou e se juntou ao Irã pode ser ‘arma secreta’ contra os EUA
Saiba também: Irã ordena punição a jogadora que aceitou oferta de asilo na Austrália, mas voltou atrás
Agora seria a vez de Bita Hemmati. Ela, o marido, Mohammadreza Majidi-Asl, e mais dois outros manifestantes — Behrouz Zamaninejad e Kourosh Zamaninejad — foram condenadas à morte por enforcamento por um Tribunal Revolucionário de Teerã, presidido pelo notório juiz Imam Afshari, contou o “Sun”.
Bita Hemmati
Reprodução/X
Os quatro foram considerados culpados de atirar blocos de concreto do prédio onde moravam contra as forças de segurança do Estado durante os protestos.
Durante a leitura da sentença final, os quatro foram condenados por agir em nome dos EUA, segundo a agência de notícias americana Human Rights Activists News Agency.
Bita, o marido (à sua direita) e outros dois condenados à morte no Irã
Reprodução/X
O Centro Abdorrahman Boroumand (ABC) também acredita que Bita era a mulher que apareceu em um vídeo transmitido pela televisão estatal em janeiro, sendo interrogada por forças da Guarda Revolucionária Islâmica.
O regime teocrático tem sido acusado de forçar prisioneiros a confessar crimes, submetendo-os a tortura, coação e estresse extremo.
A data programada para a execução é desconhecida.
Initial plugin text
Initial plugin text
Source link



