Todos locados no marketing, área diretamente ligada à BAP e que já possuía dois diretores – Marcos Senna, comercial, e Flávia da Justa, comunicação/Flamengo TV. Não à toa, cerca de 50% dos R$ 2,08 bilhões faturados em 2025 vieram dessa pasta. Não à toa, o uniforme do clube já carrega quase meio bilhão por ano (R$ 467 milhões) com a exposição da marca de seus patrocinadores. Porque não é só vender espaço na camisa, nas meias ou nos shorts – é fazer da paixão do torcedor o elo entre a marca e seu cliente, criando projetos de engajamento e ampliando a sensação de pertencimento entre o clube, seu fiel consumidor e os parceiros comerciais. Um círculo virtuoso que fortalece o potencial da marca Flamengo, independentemente de possíveis oscilações do time de futebol.



