Igreja que abriga o Museu do Negro tem infiltrações, paredes descascadas e mofo


Quem passa pelo burburinho da movimentada Rua Uruguaiana, no Centro do Rio, nem sempre se dá conta de que ali fica um dos templos católicos mais antigos e simbólicos da cidade: a Igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito dos Homens Pretos, que tem suas paredes impregnadas de história. Erguida no século XVIII pelas irmandades religiosas formadas por pessoas escravizadas e alforriadas, está intimamente ligada à trajetória da população negra no Rio, sendo considerada um marco da fé e da resistência dos afrodescendentes. Em seu segundo pavimento, fica o Museu do Negro, único do Rio, onde, entre dezenas de peças e documentos históricos, estão expostos dois estandartes do movimento abolicionista, que se reunia ali.



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