“A bebida energética Alani Nu foi concebida e formulada de forma a poder causar cardiomiopatia, arritmia cardíaca, parada cardíaca e morte em consumidores, especialmente crianças, adolescentes e pessoas sensíveis à cafeína”, argumentou a família no processo, em que pedem que o fabricante e a rede varejista sejam indiciados por homicídio culposo e paguem indenização, cujo valor não foi especificado.



